GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
COORDENADORIA DE ENSINO
NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL MARCO ZERO
GERÊNCIA GERAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Professora: Láudia Silva de Oliveira Góes.
Curso: Proinfo II.
CURSO: Tecnologia na Educação e Aprendendo com TIC.
Aluna: Maria do Socorro Furtado Corrêa.
Tema: Tecnologia na Educação – Ensinando e Aprendendo com as TIC.
Durante décadas o Brasil vem buscando ocupar o seu espaço no cenário internacional como um país desenvolvido, porem não podemos pensar em desenvolvimento do nosso país somente no aspecto econômico, mas principalmente no aspecto educacional, pois sabemos que os países que conseguiram atingir altos índices de desenvolvimento humano investiram maciçamente na educação, como foi o caso do Japão. Os investimentos destinados a educação no Brasil tanto no âmbito do governo federal, estadual e municipal tem sido insuficiente para que possamos atingir o patamar desejado em um curto espaço de tempo, toda via, notamos alguns investimentos dentro do campo educacional que visam minimizar as disparidade educacionais em relação aos países desenvolvidos, com é o caso dos investimento na área das Tecnologias da Educação nas escolas públicas brasileiras.
A introdução das Tecnologias da Educação nas escolas públicas teve início em 1980, onde notou-se que dependendo da concepção pedagógica que o professor possuía essas tecnologias eram utilizadas de duas forma: a forma instrucionista, onde o professor vê o computador como a máquina de ensinar. Alguém programa no computador uma série de informações, as quais os alunos simplesmente executam as atividades pré-estabelecidas. A outra forma era a construcionista, onde o aluno é levado a interagir com a máquina, construindo seu próprio conhecimento, sendo o professor o mediador do processo ensino- aprendizagem e não mais senhor do conhecimento, cabendo ao professor mediador mostrar as várias alternativas de fontes de pesquisas aos seus alunos. A partir desse momento observamos que algo de novo estava se iniciando dentro das escolas públicas neste país, a introdução da informática na educação, mas basta montar laboratório de informática nas escolas para que a educação mude nesse país? Claro que não, pois quando simplesmente não se investi em cursos de formação de professores, os profissionais da educação vão continuar fazendo o uso dos computadores de forma instrucionista, o que não contribuíra significativamente para uma mudança de paradigma, continuaremos vivenciando uma educação pautada no ensino tradicional e com professores com conhecimentos ultrapassados, obsoletos.
Por sua vez quando verificamos que professores busca cada vez mais informações, conhecimentos e relatos de experiências a respeito de como utilizar o computador em sala de aula, notamos que esses profissionais tem grande interesse de mudar suas práticas pedagógicas como diz Valente“ a mudança na escola envolve muito mais do que formar o professor (...). Para termos realmente uso do computador nas escolas como uma ferramenta que possa propiciar uma mudança significativa no processo ensino-aprendizagem, não basta somente o professor buscar novos conhecimentos para implementar em sua prática, isoladamente ele não conseguirá realizá-las, outros aspectos são tão relevantes quanto os cursos de formação pelos quais os professores participam, os outros aspectos diz respeito a formação também dos gestores dentro dessa nova proposta, os quais também tem que passar por toda essa preparação dentro das tecnologias da educação para que realmente venhamos a ter as mudanças esperadas no processo educacional.
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